Ah, então é carnaval…

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Nem mesmo as festas de fim de ano acabaram e já estamos na expectativa de mais um grande evento anual: o carnaval.

Segundo a Wikipédia, Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo “adeus à carne” ou “carne vale” dando origem ao termo “Carnaval”. Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.

E confesso que este formato moderno de fantasias , desfiles high-tech e etc… era o que me encantava. Sempre achei fabulosa a forma como os carnavalescos transformavam um tema em alegorias e carros alegóricos super criativos. Uma verdadeira viagem histórica através da música e brincadeira.

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Cordão da Bola Preta

Hoje a minha percepção mudou. E me arrependo de ter passado tantos anos apreciando somente as belezas dos desfiles das escolas de samba. Como assim ser carioca e nunca ter curtido os blocos de carnaval da cidade maravilhosa?

E  foi com esse pensamento que há dois anos resolvi mudar o panorama. Deixei de viajar como sempre fazia e resolvi cair no samba. Ah, e como é bom cair no samba… Desde blocos mais tradicionais como o Cordão do Bola Preta, até os blocos menores (bairristas) que me remetem a infância de quando nossos pais fantasiavam a gente para curtir a festa na pracinha da cidade.

E apesar do carnaval hoje ser “praticamente” produzido para turista ver,  isso em nada tira os méritos dessa grande festa popular. Principalmente os tradicionais blocos de rua que sacodem a cidade.

Para melhorar, é um período que mexe com toda a economia do Rio de Janeiro. Desde o turismo, aos ambulantes que estão sempre prontos para agradar o consumidor. E agradam tanto que jamais vou esquecer o “Caipilé” da Taís no carnaval passado. Caipirinha em forma de sacolé vendidos a 1 real. Fantástico! Não entorna no meio do pula-pula e ainda mata a sede.

Não é exagero nenhum dizer que a maioria das pessoas que conheço está na expectativa desse período. E eu também estou.

Então que venha o carnaval!

Com ou sem crise, as vendas continuam…

Alguns dos principais títulos fizeram de 2008 a força dos videogames. Mesmo em tempos de crise financeira, as indústrias de games permaneceram fortalecidas com sequências de jogos já bastante conhecidos pelo público.gta-4

Além dos jogos mais populares como o Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots, Call of Duty: World at War e Grand Thef Auto IV (esse último vendeu 11 milhões de cópias em todo o mundo), os lançamentos de Fallout 3, Gears of War 2 e os games musicais Rock Band 2 e Guitar Hero World Tour, que definitivamente caíram nas graças da galera, mantiveram a economia do setor ativa.

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Chris - Resident Evil 5

E apesar do clima de desconfiança no cenário econômico mundial, o saldo promete ser positivo com os lançamentos previstos para 2009. Dentre os lançamentos mais esperados estão: God of War 3, Resident Evil 5 (esse tem tudo para ser o grande lançamento do ano), Mafia 2, Batman – Arkham asylum, X-Men origins: Wolverine, Ghostbusters e Brütal legend, que tem como personagem principal o ator Jack Black (fã incondicional de games).

Sapporo lança cerveja de chocolate

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É inverno no Japão, mas não é com um chocolate quente que eles vão afastar o friozinho. Mas sim com uma bebida de malte e chocolate bem gelado.

Isso mesmo. A Sapporo, uma das mais conhecidas empresas de bebidas do Japão, irá lançar uma cerveja de chocolate.

Batizada de Chocolat Brewery, a cerveja terá vendas exclusivas pelo site (http://www.sapporobeer.jp/) e o kit com 3 latinhas custará em média 35 reais.

Aproveitando-se da mania que os japoneses têm de gostarem de produtos com prazo de vendas limitado, a Sapporo já anunciou que a ‘loira’ achocolatada só será vendida entre os dias 14 e 23 de janeiro.

Após o dia 30, 12 mil kits chegarão ao mercado, mas somente em algumas lojas de conveniência de Hokkaido, província ao norte do arquipélago e também local onde fica a sede da empresa.

Apesar de ter um sabor de chocolate, o fabricante afirma que o gosto será amargo.

*Fonte UOL.com.br

Só podia ser coisa de japonês…. mas bem que eu gostaria de experimentar!

Marketing Plan, por 30 segundos de fama…

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Era uma vez uma legião de músicos que lutavam e contestavam o poder exercido pelas gravadoras sobre eles. Agora parece que a situação está ficando pior do que parece. Calma, eu vou explicar!

Navegando pela net me deparei com uma matéria muito interessante de um colunista do The New York Times, que levanta uma questão tão presente no dia a dia que não estamos prestando atenção em onde isso vai chegar. post2

Cada vez mais músicas fazem parte de propagandas, jogos, trailers e etc., e a partir disso, é impressionante a quantidade de músicas que são licenciadas para fins comerciais. Mas, a grande questão que o Jon Pareles do The New York Times levantou é a seguinte: O que acontece com a música em si quando a forma de construir uma carreira passa de gravar canções que ouvintes comuns querem comprar para fazer músicas que marqueteiros possam usar?”

É complicado pensar nisso. Em até que ponto estamos ouvindo “música de verdade”, feitas com fundamentos e valores (por mais que sejam pessoais e exclusivos do artista)? Será que daqui pra frente teremos que ouvir músicas (mesmo que concebidas incoscientemente) planejadas para potenciais anúncios de TV, games, ou até mesmo toques de celular? Uma canção com letra menos específica, mais instrumental para inserção de imagens, e tantas outras possibilidades a qual o marketing possa se beneficiar? Como Pareles afirma em seu artigo, “uma transformação tectônica está a caminho.”

Ao mesmo tempo, há o lado incontestável da oportunidade para novos artistas. Como a venda de licenças aumenta, é mais barato financiar um artista desconhecido. E se ele for de fato brilhante, bingo! Marketing Plan bem feito! Se antes as gravadoras ganhavam dinheiro com álbuns que só tinham 1 ou 2 músicas boas, agora basta a música ter 30 segundos de bom material e será praticamente retorno certo.

O assunto pode se alongar, mas fica aí o registro. Está mesmo o mundo da música caminhando para os 30 segundo de Marketing Plan?