Arquivo da tag: Marketing

Viradouro convoca comunidade para gravar um clipe

clipe-01-01

A escola de samba, Unidos do Viradouro, resolveu fazer algo inédito até então no carnaval carioca. Após ser campeã do Grupo de Acesso no carnaval de 2014, a Viradouro, que é a primeira escola a desfilar no domingo em seu retorno ao Grupo Especial, está convocando sua comunidade para gravar um clipe. Sim, isso mesmo, um clipe!

A ideia inovadora partiu de um brainstorm entre o Departamento de Marketing, a Assessoria de Imprensa e do intérprete da escola, Zé Paulo Sierra. O objetivo do vídeo é integrar a comunidade com a escola e valorizar a letra do samba que é resultado de uma junção de duas músicas do compositor Luiz Carlos da Vila.  O enredo está sendo desenvolvido pelo carnavalesco João Vitor Araújo e irá narrar à trajetória dos negros no Brasil.

Vamos aguardar o resultado dessa ação que além de inovadora no carnaval carioca, promete ser bastante interessante, contagiante e descontraída!

http://www.gresviradouro.com.br

facebook.com/unidosviradouro

instagram: @unidosviradouro

Anúncios

Rumo ao progesso do Carnaval

carnavália

O Carnavália-Sambacon, ocorrido na última semana no Centro de Convenções Sulamérica, foi um verdadeiro sucesso de público, negócios, debates e inovações. Sambistas do Brasil e do mundo saíram satisfeitos da 1ª feira de negócios do carnaval do Brasil.

A feira contou com expositores de diversos ramos, lojas especializadas, imprensa, empresas prestadoras de serviços, ou seja, tudo que os gestores e os foliões sempre desejaram em um lugar só. O evento foi bastante organizado e a estrutura do espaço muito bem montada. Quem passou pela feira por curiosidade, ou para fazer novos contatos comerciais, não se decepcionou.

O ponto alto do evento foram as discussões que aconteciam diariamente na sala de debates. Todas as mesas contavam com pessoas renomadas e personalidades dos assuntos discutidos. Diversos temas foram postos em pauta de maneira que se debatesse essa manifestação cultural que é o carnaval.

Dentre as mesas de debates ocorridas no evento foram discutidas a profissionalização do carnaval, um caminho que certamente será impossível de ser revertido. Cada vez mais existe a necessidade de especialistas e profissionais capacitados para o exercício de determinadas funções. Foi debatido o modelo administrativo atual, e os novos patamares que as inovações tecnológicas, capacitação de profissionais, e a boa liderança podem trazer para a gestão das escolas de samba. Foi comentada a necessidade de legislações específicas para os blocos de rua e da desburocratização nas esferas do poder público para realização do carnaval de rua carioca. E fechando os debates do evento foi posto em pauta a cobertura da imprensa e a gestão das mídias socias no universo do carnaval.

Com esse evento ficou evidente que existia uma lacuna do setor, e que esse espaço foi muito bem preenchido pelo Carnavália-Sambacon. Com a boa receptividade do público, a 2ª edição da feira está garantida, mas ainda com datas a serem divulgadas. Até lá é aprimorar e aumentar a participação de expositores, atrações e público.

 

U2 lança novo álbum em cinco formatos em busca de vendas melhores

capa-do-cd2
No line on the horizon - capa do novo cd do U2

O novo álbum do grupo irlandês U2 será lançado na sexta-feira (27) em cinco formatos e a preços diferentes, em uma estratégia comercial da gravadora para driblar a crise de vendas e atrair com ofertas inovadoras os consumidores.

“No line on the horizon” (Island/Universal) chegará às lojas na sexta-feira na Irlanda, a pátria de Bono e seus companheiros. Na próxima segunda-feira sai na maioria dos outros países do mundo e um dia depois na América do Norte.

No entanto, o álbum, um dos mais aguardados do ano, vazou na rede e pode ser baixado há varios dias na internet, apesar de todas as precauções da Universal.

O disco não foi enviado à imprensa, que teve que se contentar em ouvir no fim de janeiro o CD dentro de áreas da gravadora. Os jornalistas foram obrigados a entregar aos seguranças os telefones celulares, casacos e mochilas para entrar na Universal e ouvir “No line”. Poucos dias antes do lançamento no mercado, os jornalistas finalmente receberam o CD.

As gravadoras tentam de todas as maneiras evitar a pirataria de seus produtos em uma luta cada vez mais inglória. Desta vez o vazamento, segundo a revista “Forbes”, teve origem em um site australiano de propriedade da Universal, que ofereceu durante duas horas o álbum para download remunerado, 10 dias antes do lançamento. Em seguida, a empresa percebeu o erro.

Nos fóruns de discussão dos fãs do U2, os internautas acusaram abertamente a Universal de ter organizado o vazamento para provocar “barulho” a respeito do álbum, que de todas as maneiras seria pirateado minutos depois do lançamento oficial.

“No line on the horizon” poderá ser comprado em cinco formatos e preços diferentes: CD standard, um pack com acesso a um filme, em formato magazine com o CD e uma revista de 64 páginas, uma caixa com CD, DVD, livro e cartaz, e por fim em vinil.

A estratégia comercial é reveladora da vontade da indústria fonográfica de diversificar as ofertas aos consumidores para superar a grave crise nas vendas dos CDs.

“Atualmente, os artistas respondem muito mais à demanda dos fãs. O novo credo é: ‘pague o que você quer'”, afirmou em janeiro à AFP Dominique Leguern, diretora do Mercado Internacional do Disco e Edição Musical (Midem).

O último álbum do Nine Inch Nails é um exemplo da tendência. O grupo americano, que lançou o álbum de forma independente, o disponibilizou sem seu site oficial em diferentes formatos: download gratuito de nove das 36 músicas, cinco dólares para baixar as 36, US$ 10 por um CD duplo, 75 para um produto de luxo e 300 pela versão “ultraluxo” especial.

Segundo uma análise apresentada no Midem, o lucro chegou a US$ 1,6 milhão  em uma semana, e em 2008 este álbum ocupou o primeiro lugar nos downloads da Amazon, apesar da oferta de base ter sido gratuita.

A tese pode ser aplicada a “No line on the horizon”, apesar da piratería. “Não é porque baixei o álbum que não vou a uma loja comprar a compilação a 50 euros”, afirmou um fã francês na internet.

Mas no fim das contas o que rende mais dinheiro aos artistas é o palco. O U2, que tem contrato com a empresa de shows Live Nation, deve anunciar em breve uma turnê.

 Fonte: G1>Música

Divulgada capa do 8º cd do Green Day

capa-do-cd

Como já havia dito ano passado, o Green Day lançará o 21st century breakdown. Este será o 8º disco da banda e tem previsão de chegar ao público em maio desse ano.

Em novembro Billie joe comentou em entrevista a revista americana “Alternative Press“, que a banda não precisa provar nada pra ninguém e o importante é mostrar como o rock pode mudar a vida das pessoas. Uma reflexão de tudo que tem acontecido no mundo.

Estou na espectativa de um grande álbum. A “linha” que o GD tomou desde American Idiot (5,8 milhões de cópias vendidas), deixou muito claro o amadurecimento da banda tanto sonoramente, quanto nos depoimentos de Billie Joe e companhia nas entrevistas.

Uma prova de que o punkrock pode (e deve) continuar passando mensagens e fazendo protestos políticos e sociais. Porém, de uma forma mais adulta.

Com ou sem crise, as vendas continuam…

Alguns dos principais títulos fizeram de 2008 a força dos videogames. Mesmo em tempos de crise financeira, as indústrias de games permaneceram fortalecidas com sequências de jogos já bastante conhecidos pelo público.gta-4

Além dos jogos mais populares como o Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots, Call of Duty: World at War e Grand Thef Auto IV (esse último vendeu 11 milhões de cópias em todo o mundo), os lançamentos de Fallout 3, Gears of War 2 e os games musicais Rock Band 2 e Guitar Hero World Tour, que definitivamente caíram nas graças da galera, mantiveram a economia do setor ativa.

re5-chris-redfield-character
Chris - Resident Evil 5

E apesar do clima de desconfiança no cenário econômico mundial, o saldo promete ser positivo com os lançamentos previstos para 2009. Dentre os lançamentos mais esperados estão: God of War 3, Resident Evil 5 (esse tem tudo para ser o grande lançamento do ano), Mafia 2, Batman – Arkham asylum, X-Men origins: Wolverine, Ghostbusters e Brütal legend, que tem como personagem principal o ator Jack Black (fã incondicional de games).

Marketing Plan, por 30 segundos de fama…

post3

Era uma vez uma legião de músicos que lutavam e contestavam o poder exercido pelas gravadoras sobre eles. Agora parece que a situação está ficando pior do que parece. Calma, eu vou explicar!

Navegando pela net me deparei com uma matéria muito interessante de um colunista do The New York Times, que levanta uma questão tão presente no dia a dia que não estamos prestando atenção em onde isso vai chegar. post2

Cada vez mais músicas fazem parte de propagandas, jogos, trailers e etc., e a partir disso, é impressionante a quantidade de músicas que são licenciadas para fins comerciais. Mas, a grande questão que o Jon Pareles do The New York Times levantou é a seguinte: O que acontece com a música em si quando a forma de construir uma carreira passa de gravar canções que ouvintes comuns querem comprar para fazer músicas que marqueteiros possam usar?”

É complicado pensar nisso. Em até que ponto estamos ouvindo “música de verdade”, feitas com fundamentos e valores (por mais que sejam pessoais e exclusivos do artista)? Será que daqui pra frente teremos que ouvir músicas (mesmo que concebidas incoscientemente) planejadas para potenciais anúncios de TV, games, ou até mesmo toques de celular? Uma canção com letra menos específica, mais instrumental para inserção de imagens, e tantas outras possibilidades a qual o marketing possa se beneficiar? Como Pareles afirma em seu artigo, “uma transformação tectônica está a caminho.”

Ao mesmo tempo, há o lado incontestável da oportunidade para novos artistas. Como a venda de licenças aumenta, é mais barato financiar um artista desconhecido. E se ele for de fato brilhante, bingo! Marketing Plan bem feito! Se antes as gravadoras ganhavam dinheiro com álbuns que só tinham 1 ou 2 músicas boas, agora basta a música ter 30 segundos de bom material e será praticamente retorno certo.

O assunto pode se alongar, mas fica aí o registro. Está mesmo o mundo da música caminhando para os 30 segundo de Marketing Plan?

O MP3 dos Livros?

e-reader

O grande destaque na maior feira editorial do mundo (“Frankfurter Buchmesse”) não foi o livro. É uma afirmação e tanto essa. Mas é verdade. O grande algoz do evento foi o “E-Reader“, o livro do futuro.

Leves e com capacidade para armazenar centenas ou milhares de livros, os aparelhos andam revolucionando o mundo editorial. A tecnologia avançada dos aparelhos permite uma leitura que não cansa a vista, sem a luz de fundo que é produzida pelos computadores e celulares, e o texto ainda pode ser mostrado em diversos tamanhos.

Segundo a própria organização da feira, os livros “tradicionais” já não são nem maioria na feira, representando apenas 42% de tudo que é exposto. Outros 30% são ocupados por produtos digitais, incluindo e-books e e-readers (ainda em pequena quantidade, por serem novidade na Alemanha), softwares para controlar as etapas de produção editorial e sites para encontrar leitores com gostos parecidos em uma mesma cidade.

Em contra partida, por enquanto, só podem ser vistas imagens em preto e branco e não dá pra ler nada no escuro.

sony_ereader_prs-500O funcionamento dos e-readers é praticamente o mesmo dos aparelhos de MP3: basta plugá-lo no computador via USB e colocar um arquivo de texto na memória interna. Quase todos os aparelhos no mercado, inclusive, são também tocadores MP3, e softwares podem transformar qualquer e-book em audiolivro com facilidade.

Existem aqueles que resistem a novos formatos. Não acredito no término por completo do livro tradicional. Mas, o E-Reader e o E-Book, estão traçando o mesmo trajeto do formato MP3 anos atrás. No começo apenas desconfiança. Hoje, mais que realidade no mercado fonográfico fazendo com que gravadoras procurem novas formas de trabalhar dentro do mundo da música. O mesmo pode estar por vir no mercado editorial.

E aí, o que vocês acham? Vai ou não emplacar esse novo mercado editorial!?

Novidades do Aerosmith em 2009

Steven Tyler
Steven Tyler

Após um longo período sem novidades devido a problemas de saúde de um dos melhores guitarristas do mundo, Joe Perry, e também do vocalista Steven Tyler, o Aerosmith promete voltar ao estúdio em 2009.

Em entrevista à revista norte-americana Rolling Stone, o guitarrista Brad Whitford disse que a banda já dispõe de vasto material gravado para um novo CD, e que estão faltando apenas os toques finais em estúdio.

Joe Perry
Joe Perry

Agora é aguardar. Certamente vem muita coisa boa por aí!!!

Todos Contra as Gravadoras!

Estrelas da música britânica se uniram e a Coalizão de Renomados Artistas querem ter daqui pra frente maior controle sobre seus trabalhos perante as gravadoras.

The Verve
The Verve

A coalizão conta com mais de 60 solistas e bandas, artistas como, Radiohead, Kate Nash, Kaiser Chiefs, The Verve, e até pouco tempo atrás, Robbie Williams fazia parte dessa lista. Mas esse último recuou sua posição e acertou a produção de mais um disco com sua atual gravadora.

O grande objetivo dessa mobilização é a questão dos direitos autorais das músicas que atualmente ficam nas mãos de muitas gravadoras, aumentarem a participação nas vendas de discos e participação nos lucros.

No passado não existiam tantos canais para comercialização das músicas e muitos artistas acabavam excluídos do mercado, o que não acontece mais na era digital. Hoje, várias bandas já lançaram seus álbuns na internet, sem o apoio de grandes contratos com gravadoras.

“Gravadoras e companhias tecnológicas estão assinando acordos para levarem a música aos fãs de novas maneiras”, destaca o estatuto da coalizão. “Os artistas”, diz o texto, “não participam dessas negociações e seus interesses provavelmente são considerados por alto. Os artistas deveriam receber uma compensação justa por esses acordos”.

Não acho que eles estejam errados não. As gravadoras sempre levaram vantagens sobre os artistas. Preços absurdamente altos na venda dos CDs e a maioria do lucro concentrada na mão da gravadora. Artista praticamente sobrevivia somente com o lucro dos shows que fazia. E se não tivesse conhecidos para indicar uma gravadora, possivelmente um artista bom ficaria de fora do mercado.

O mercado digital cresceu e tornou muito mais democrático o mercado fonográfico. Cabe agora as gravadoras de renome, e até mesmo as de pequeno porte, repensarem nas novas tendências e talentos que estão surgindo sem apoio de ninguém, para não ficarem pra trás.